Não é de hoje que sabemos que o consumo excessivo de açúcar na infância pode trazer impactos importantes para a saude das crianças, por exemplo, maior risco de obesidade infantil, desenvolvimento precoce de cáries, maior chance de diabetes tipo 2 no futuro, alterações no paladar (a criança passa a preferir alimentos muito doces).
Diferente do que muitas pessoas acham, nem sempre o açúcar está só no “doce”. Podem estar na composição de alguns produtos com nomes poucos conhecidos (xarope de glicose, maltodextrina, sacarose e etc).
Segundo a Organização Mundial da Saúde deve-se evitar açúcar para crianças menores de 2 anos. Após isso, consumir com moderação (quanto menos, melhor).
Alguns alimentos podem ser utilizados para substituir o açúcar: frutas in natura, iogurte natural com fruta, preparações caseiras (bolo simples, sem excesso de açúcar)
Lembrando que a educação alimentar é um responsabilidade dos pais e cuidadores, a maneira como nos comportamos diante das escolhas alimentares faz toda a diferença.
Dicas práticas para os pais:
Não usar açúcar como recompensa;
Evitar introdução precoce de doces;
Ler rótulos dos alimentos;
Dar o exemplo (a criança aprende observando).
A ideia não é proibir totalmente, mas ensinar equilíbrio desde cedo.
Quanto mais natural for a alimentação da criança, melhor será a relação dela com a comida no futuro.
